O fluxo de captação via PNAB Aldir Blanc é descentralizado — cada estado/município tem seus próprios editais e prazos. Mas o roteiro do produtor segue uma lógica comum.
6 passos do produtor
- Cadastro nos mapas culturais — estadual e municipal. Sem cadastro, sem submissão.
- Documentação atualizada — CNPJ ou CPF do proponente, comprovantes, histórico de atividades.
- Mapeamento de editais ativos no estado/município de execução.
- Adequação do projeto à modalidade do edital — não tente forçar um projeto de produção em edital de manutenção.
- Submissão pelo portal oficial com plano de trabalho, orçamento e contrapartidas.
- Acompanhamento dos resultados e prestação de contas após execução.
Erros comuns
- Submeter sem ler o edital até o final — modalidades e critérios variam.
- Orçamento descolado da entrega (subestimado ou inflado).
- Falta de contrapartidas sociais explícitas.
- Documentação fiscal vencida.
- Não acompanhar publicação de resultados ou de retificações.
Captação multifonte: Aldir Blanc + Rouanet
Um projeto cultural pode (e idealmente deve) captar de múltiplas fontes:
- Aldir Blanc (edital público) — para fomento, infraestrutura ou modalidades específicas.
- Lei Rouanet (mercado privado) — para captar de empresas patrocinadoras com benefício fiscal.
- Leis estaduais (PROAC, ICMS-RJ) — para captação no nicho geográfico.
- Patrocínio direto sem incentivo — quando aplicável.
Veja Editais Aldir Blanc para encontrar oportunidades vigentes.



